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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Somos tão jovens


E pessoal tempos bons chegaram e tudo indica que o cinema brasileiro vem evoluindo com o passar dos anos, desdo inicio do ano passado eu venho aguardando a estreia do filme Faroeste Caboclo , mas ate hoje não ouvi noticias sobre a sua estrei mais em compensação estreara nesta sexta nos cinemas o filme Somos tão Jovens, que e nada mais e nada menos do que a biografia do nosso grande astro nacional renato russo .

Brasília, 1973. Renato acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Bra$il mostra tua cara



chega de mentiras , cansei de hipocrisia , não sou especial e nem nada do gênero sou apenas mais um jovem brasileiro cansado de de ser enganado e manipulado por um governo banal e de leis mau redigidas .   Na teoria o  Bra$il  se define como um pais de primeiro mundo, porem oque vivemos e um pais onde as leis são redigidas não para punir o criminosos mais sim para blindar os `poderosos´, pais onde a  miséria e a fome se alastram cada vez mais porem não temos tempo para pensar nisso pois estamos muito ocupados gastando milhões em construções de novos estádios e carros alegóricos .
      O bra$il e um pais que cresse e se desenvolve a partir da desgraça de seus moradores, o  nosso governo tenta a todo custo nos transformar em bandidos traficantes e prostitutas pois assim  conseguem nos controlar .
      Quem sabe ainda aja esperança talvez um dia todos possamos nos orgulhar de viver no BRASIL, eu particularmente não acredito que isso possa vim a acontecer, mas também não perco a esperança afinal de contas, eu sou br$ileiro e não desisto nunca ...

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Precisamos Falar Sobre o Kevin




Nossa, eu assisti ao filme , Precisamos Falar Sobre o Kevin, e ele me derrubou.
perturbador. Fiquei parado por um tempo  na cama, muito assustado e confuso, como se estivesse vendo um filme de terror. 
Eva  mora sozinha e teve sua casa e carro pintados de vermelho. Maltratada nas ruas, ela tenta recomeçar a vida com um novo emprego e vive temorosa, evitando as pessoas. O motivo desta situação vem de seu passado, da época em que era casada com Franklin , com quem teve dois filhos: Kevin  e Lucy . Seu relacionamento com o primogênito, Kevin, sempre foi complicado, desde quando ele era bebê. Com o tempo a situação foi se agravando mas, mesmo conhecendo o filho muito bem, Eva jamais imaginaria do que ele seria capaz de fazer.




quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O melhor de 2012 #filmes

Bem como eu já avia prometido ai vão os meus filmes preferidos de 2012.



 No Filme Ela Dança, Eu Danço 4, Emily, filha de um rico empresário, chega a Miami com aspirações de se tornar uma dançarina profissonal. Emily apaixona-se por Sean, líder de uma equipa de dança cujo bairro está sendo ameaçado pelos planos do pai de Emily.



Sherrie  é uma jovem que chega em Los Angeles vinda de uma cidade pequena. Ela sonha se tornar uma cantora de sucesso, mas pouco após desembarcar do ônibus tem sua mala roubada. Quem a ajuda é Drew, que consegue para ela uma vaga como garçonete na famosa casa de shows Bourbon, ícone do cenário rock da cidade. Drew também trabalha no lugar e não demora muito para que eles engatem o namoro. Só que o Bourbon enfrenta problemas financeiros e seu dono, Dennis Dupree, acredita que possa salvar o local com a renda do último show de Stacee Jaxx (Tom Cruise) com a banda Arsenal, já que ele pretende seguir carreira solo. Entretanto, a esposa do prefeito Patricia Whitmore, pretende fazer o que estiver ao seu alcance para fechar o Bourbon, já que o considera um antro de perdição para os jovens.


Iai Curtiram os filmes? Espero que sim. Agora e só compartilhar e aguardar ;)...

domingo, 23 de dezembro de 2012

Malu de bicicleta

O filme retrata a historia de  Luiz Mário  que e um empresário mulherengo, que trabalha com a noite paulistana e coleciona casos amorosos. Apesar disto, não consegue realmente se envolver com nenhuma delas. Um dia, no Rio de Janeiro, é atropelado de bicicleta por Malu  na ciclovia do Leblon. Eles logo se envolvem e vivem um romance perfeito, que apenas é abalado devido a uma enigmática carta de amor. Malu de bicicleta e um filme que vale apena assistir, ele mostra claramente como os ciumes e a insegurança combinados podem facilmente  destruir uma relação, mas apesar de ter todo um cila dramático ele ainda conceque trazer tudo isso de uma forma bastante divertida 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O melhor de 2012 #musicas

Bem esse ano eu resolvi postar aqui os meus lançamentos preferidos do ano, então vou postar aqui coisas do tipo como musicas, filmes, livros.
Para comessar vão ai minhas musica favorita de 2012 .


A musica Payphone alem de ter uma letra muito linda ainda conta com a participação do cantor Wiz Khalifa que da a musica uma mistura de ritmos que faz a canção ficar ainda mais rica em conteúdo.



Castle of glass não tinha como ficar de fora dessa lista primeiro porque Linkin Park e uma das minhas bandas favoritas e segundo porque ela marca uma nova fase na banda, fase qui eu particularmente adorei.



Prontinho essas foram as minhas musicas preferidas de 2012, agora compartilhem e aguardem pelos filmes ;)

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Juventude Rebelde

   O filme Juventude Rebelde foi considerados por muitos a resposta inglesa ao filme Cidade De Deus o filme se passa em torno da vida de Trife, um garoto de 15 anos,cujo  a vida é uma constante  luta. Perdido entre seus diversos mundos os amigos de escola, a garota de seus sonhos e a pressão de seu perigoso tio, ele precisa escolher qual caminho seguirá: aquele que sabe ser certo ou uma vida de drogas, armas e violência. quando uma aluna da escola se suicida, as aulas são canceladas e Trif e seus amigos, Mooney e Jay, ganham um dia inteiro de folga. parece que o círculo de violência finalmente chegou a um trágico fim, mas num mundo no qual o sexo é comum, as drogas fáceis e a violência um estilo de vida, os problemas nunca estão tão longes assim, e para esses jovens 24 horas podem se transformar e uma vida.

sábado, 24 de novembro de 2012

John Lennon - Vida e Obra



Lançado pela editora Litteris, o livro “John Lennon - Vida e Obra” propõe visão mais analítica sobre o rico legado dos beatles. É uma das mais atuais biografias do mito. Nesta publicação encontram-se não só os fatos polêmicos, mas tambem diversas  curiosidades. O autor Sérgio Farias, bancário, professor e beatlemaníaco, discorre sobre a trajetória e a música de John Lennon (1940 - 1980) faz citações sobre raridades fonográficas, a própria contextualização política daquela época e, ainda, a influência que até hoje os Beatles e John Lennon exercem na nossa música. “John Lennon - Vida e Obra” conta a sucessão de fatos únicos da vida de Lennon, como o casamento com Yoko Ono, o célebre encontro com a Rainha Elizabeth - quando devolveu a medalha de membro do Império Britânico, protestando contra o apoio da Grã-Bretanha à Guerra do Vietnã - e diversos outros acontecimentos até sua trágica morte em 08 de dezembro de 1980. 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Rock VS Religião

Ontem estava na minha casa quando chegou um pastor para lá se hospedar. (Sou filho de um pastor ). Acredito que por um maldito feito do destino ele acabou ficando no meu quarto, de cara ele não falou nada, foi para a igreja e fez oque tinha que fazer. Porem quando voltou  para o meu quarto chamou o meu pai e começo a falar sobre os meus  pôsteres, e foi falando que rock e do diabo e que todas aquelas bandas tinhão pacto com o demônio e que aquilo estava amaldiçoando a minha casa e bla bla bla . Eu por minha vez dei de ombros para aquilo tudo e fiz qui nem ouvi, mais infelizmente meu pai não teve a mesma reação, ele por sua fez concordou com tudo e deixou bem claro qui queria aqueles pôsteres fora do meu quarto, eu bati o pé e disse que ele podia tirar meus pôsteres mais não podia me impedir de ouvir oque eu bem entendesse .
  com isso eu descobri que não importa quanto tempo passe o quanto as coisas mudem parecem que religião e rock n roll nunca caminharão lado a lado . A pessoas abrem suas cabeças para tudo são capazes de expandir seus pensamentos e lidar com a realidade mais parece que nunca perceberão que essa historia de rock ser do capeta não passa de mais  uma bobagem mistica sem nenhum fundamento logico . Sera que um dia as pessoas serão um pouco mais inteligentes a ponto de largar essas idiotices banais e sem noção de lado e darem mais atenção as coisas que realmente importam  ?

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Alice In Wonderland


  A credito que para falar sobre Alice no pais das maravilhas não e preciso de sinopse, pois esse filme já foi feito e refeito diversas vezes por diversos diretores diferentes e assistido por milhares e milhares de pessoas, mais essa versão criada por Tim Burton ficou incrivelmente magnifica .
  Como já e de costume Tim Burton  deu um toque todo especial em aspectos como figurino, cenários e maquiagem oque torna o filme ainda mais envolvente. 
   Nesta trama Alice e uma jovem de 17 anos que passa a seguir um coelho branco que anda sempre muito apressado. Ela entra em um buraco que a leva ao pais das maravilhas onde ela esteve a 10 anos, apesar de não se lembrar. Lá ela e recepcionada pelo chapeleiro maluco e passa a lidar com seres mágicos, alem da ira da poderosa Rainha de copas .


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Toda historia tem um fim

     Quem dera fosse mesmo verdade, quem dera chega-se logo o fim de tudo e de todos. Rumores trazem cada vez mais a possibilidade da vida nesse nosso humilde planeta chamado de Terra estar chegando ao fim, mais infelizmente todo ser Humano normal sabe que essa dita data marcada  para o fim do mundo não passa de mais uma qui ficara no esquecimento.
Mais fugindo da realidade do calendário MAIA me pergunto, quanto tempo ainda vamos durar ?  não sou ignorante o bastante para acreditar  que o fim já estava previsto a milhares de anos, mas também não sou pessimista o bastante para pensar que o mundo possa durar por mais muito tempo.
      Duvido da possibilidade de sermos atingidos por um cometa ou então derretidos por uma tempestade solar, mais acredito fortemente que a humanidade se acabara em ignorância, violência e tudo o que a de mais ruim e obscuro escondido dentro de  cada pessoa . 
que venha os cometas, as  tempestades para isso nos temos a NASA. Mais e de nos mesmos quem nos protegera, matamos por dinheiro, lutamos pelo poder, construímos bombas e ainda alegamos ser pela  paz, explodimos escolas destruímos vidas e no fim simplesmente  jogamos a culpa em cima da religião, no fundo a humanidade não sabe mais oque significa VIVER .
       Sera qui vale a pena continuar do jeito que esta ? sera que ainda temos alguma chance   ? no final de tudo o que temos e isso questões a serem respondidas, mais infelizmente ninguém mais pode  nos dar essa resposta. 
Talvez o fim seja mesmo a nossa única saída, eu prefiro não mais existir do que conviver com essa  nossa realidade .

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Rainbow 6: Patriots


Anos de frustração política e econômica, finalmente atingiu um ponto de ebulição. Embora o exército dos Estados Unidos já muito treinado para o terrorismo no exterior, o seu maior medo está prestes a ser realizado. Terroristas domésticos, finalmente tera um líder e uma voz, e eles estão prontos para contra-atacar direto nas fontes de sua raiva, para tomar de volta o que eles acreditam que foi roubado deles - seu país. As regras da guerra moderna está prestes a ser jogado pela janela. Como as próprias cidades da América já tornam-se os campos de batalha do futuro.

Esta é a definição de Rainbow 6: Patriots, uma nova entrada na série de tiro tático que esteve adormecido por cinco anos. Embora este último jogo não é devido até 2013, e nem sequer entrou em produção plena, neste ponto, a equipe de desenvolvimento da Ubisoft apresentou a sua visão e jogado através de algumas demos para enfatizar alguns pontos-chave.

Embora o clima político há vários anos era muito diferente, a equipe de desenvolvimento Patriots pegou em notícias sobre pequenas milícias nacionais crescendo aos trancos e barrancos. Todos os sinais apontam para uma minoria cada vez maior de apaixonados, os cidadãos que se sentiram injustiçados dedicados por seu governo. Isto serviu de base para a história Patriots, o que pode prolongar para além apenas um jogo. Este lote não vai apenas ter lugar nos Estados Unidos, nem os jogadores só assumem os papéis da 6 arco-íris unidade.
Em um segmento roteiro que foram mostradas, a perspectiva do jogador muda para um civil rico que é capturado por terroristas e forçado a correr ao longo de uma ponte fortemente povoada, com uma bomba amarrada ao seu peito. Esse tom mais escuro se estende por todo o caminho até a forma como a unidade, que usado para visualizar salvar cada vida civil como crítica, interage com ameaças potenciais. Quando do arco-íris alcança o-bomba vestindo homem, eles jogá-lo para fora da ponte, de modo que sua morte não causa centenas mais. Os fãs de romances de Tom Clancy conhecer essas decisões não são novidade, mas fãs de longa data da franquia do jogo, sem dúvida, encontrá-los refrescante.

Capacidade Rainbow 6 para contar sua história em grande parte depender da eficácia dessas mudanças de perspectiva. O segmento civil, a partir de uma casa de luxo com uma mulher sedutora e tecnologia de ponta ao redor, só funcionou tão bem. A cena foi definido bem, mas animações faciais da esposa foram um toque demasiado estranho para ser convincente. Uma vez que a milícia invadiu e sequestrou sua meta, no entanto, a intenção da Ubisoft ficou claro.

Observando o homem tropeçar em torno de uma ponte, percebendo que ele está amarrado a uma bomba, era muito poderoso. A mudança para a equipe anti-terrorista funcionou bem também, como eles rappelled o lado de um edifício para tirar o inimigo e passar pela ponte para impedir um assassinato em massa. Entre sua chegada eo traço com o tráfego parado, a equipe teve que assumir uma posição franco-atirador para evitar que o bombardeiro de ser prejudicado, mesmo sendo forçado a disparar e ferir um policial para afetar esse objetivo.
Ubisoft está tomando seu tempo de revisão de elementos de jogo-chave para Patriots, se afastando de aprovação / reprovação e situações mais abertas para cenários que podem ser abordados em uma série de maneiras. Uma das maiores mudanças vem simplesmente da noção de que a tecnologia está evoluindo. Cames de cobra já não são a onda do futuro. Na verdade eles estão desatualizados e não considerando o fato de que a segurança do aeroporto pode ver através de suas roupas com o pressionar de um botão. E se esse tipo de tecnologia era portátil? E se ele foi usado em situações táticas?

A capacidade de digitalizar e detectar os inimigos com as mudanças de raios-X, como o arco-íris de precisão como vai ser jogado. Planejamento não só se torna mais fluido - agora você pode marcar as portas para seus companheiros de equipe do outro lado do quarto - é agora mais transparente e dinâmica. Comunicação ponto-e-clique simples ainda é aqui, mas seus aliados são agora mais inteligente e útil para cenários de combate. É o inimigo alheio à sua existência? Diga a sua equipe para quebrar e eles afirmam que stealth. É uma porta trancada? Eles vão trabalhar em torno dele. Claro que, sendo capaz de perceber tudo com o seu modo de visão novo seria muito fácil, por isso a Ubisoft vai ter a certeza que ainda têm dificuldade de fazer o que quiser. Esta nova capacidade de vocês terá embutido limites - você não vai ser capaz de confiar nele.

Qual a melhor AI e melhores técnicas de coleta de informações é incentivar um ambiente de jogo mais flexível. Equipe da Ubisoft disse-me que os jogos passados ​​foram um pouco "passa / falha" para seu gosto. Embora fosse verdade que você poderia planejar meticulosamente táticas, um movimento em falso muitas vezes resultaram em uma equipe muito morto. Patriots não é para ser assim. Uma demonstração que vimos caracterizado uma situação de reféns relativamente simples dentro de um pequeno armazém. Como um dos designers do jogo mandou dois de seus companheiros de equipe em situações diferentes, que rapidamente se tornou evidente como o jogo pode ser flexível. Vários resultados jogados fora cada vez como entradas diferentes, táticas e armas foram usadas. Não espere que o AI rolar também. Lembre-se de como você era muitas vezes capaz de apavorar seu adversário simplesmente disparar uma arma forte e, em seguida, matar os terroristas como eles entraram por uma porta? Isso não vai acontecer mais. Eles vão no bunker de sua localização atual e esperar por você para chegar a eles.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Detroit- A cidade do Rock

Por conta da minha espera muito angustiante pela estreia de Rock of Ages , sai feito um demente atrás de tudo que era filme que tivesse o rock 'n roll como protagonista. E logo me lembrei de um que tinha assistido há muito tempo e que tinha achado super divertido:Detroit - A Cidade do Rock.


O filme de 1999 é uma pedida excelente pra quem curte música, rock e diversão ao mesmo tempo. Primeiro porque ele é hilário, segundo porque é super bem feito, e por fim, a história é cativante, faz você roer as unhas pra descobrir o que o quarteto parada dura será capaz de fazer para assistir ao show do KISS.

Gavião é o líder de uma banda de garagem chamada Mystery, e junto com seus outros três amigos, Jam, Lex e Trip formam um grupo completamente fascinado pelo KISS. Os garotos colecionam tudo o que diz respeito a banda de mascarados nova-iorquina e estão em êxtase para o show que ocorrerá em Detroit, a grande oportunidade que eles terão de ver o KISS de pertinho. No entanto, eles terão que correr muito chão pra conseguir chegar nesse imperdível show.

O primeiro obstáculo dos garotos é enfrentar o preconceito contra o rock já que eles ainda vivem numa época onde a disco music é a música chique e cultural do momento. Assim, eles são rejeitados na escola, entre as garotas e suas famílias abominam qualquer ideia a respeito dessa "coisa do demônio". Principalmente a mãe de Jam , uma senhora ultra religiosa e conservadora que fará de um tudo para afastar o filho dessa seita maligna, começando por queimar os tão amados ingressos para o show do KISS dos rapazes.

E é a partir disso que a história do filme realmente toma gás. Os quatro rapazes, decididos a conseguir ver o KISS da primeira fila, decidem meter o pé na estrada e vão acabar se metendo em um monte de encrencas. E quando finalmente chegam em Detroit, descobrem que só têm uma hora e meia pra ser virarem nos trinta e conseguirem os ingressos. Assim, os quatro decidem se separar para cada um ir batalhar algo diferente.

Meninas histéricas, porrada rolando solta, amassos num confessionário e música em alto e bom som são só algumas das melhores partes. Sem contar o carisma que os garotos conseguem passar por ser tão diferentes um do outro.  Além de tudo, o filme consegue mostrar uma história bacana, divertida, sem apelar para cenas toscas como a gente vê nos filmes de hoje em dia. E a curiosidade que a gente fica na expectativa se os meninos vão ou não conseguir ver o tão esperado show é angustiante. É diversão super garantida, fora a trilha sonora que é bem recheada, desde KISS, claro, a AC/DC, Van Halen, Black Sabbath e muitos outros.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Uma guerra de conceitos

      Todos que são atualmente usuários  do  Facebook, sabem o tanto de imagens compartilhadas todos os dias de gente dizendo que odeia o Funk,e  que o Funk deveria  estear no fundo do poço. Na verdade essa briguinha dos rockeiros contra os funkeiros  surgiu a muito tempo, quando todo mundo reclamava que funkeiros colocavam música alta nos ônibus e tudo mais os rockeiros tomaram as dores desse chateação. Mas depois a rivalidade teve seu auge com a popularização da página do Facebook Unidos Contra o Rock, uma página cheia de erros de português e falta de inteligência defendendo o Funk e dissertando sobre como ele é melhor que o Rock.      Isso despertou a ira dos gordos espinhudos e adolescentes imaturos que não suportam ser contrariados, o que fez eles criarem inúmeras páginas e compartilharem imagens para perpetuar o ódio pelo Funk de vez, fazendo essa guerra santa ser tão popular a nível de senso-comum.
E é por causa desse ódio desacerbado e inquietante que este autor resolveu fazer como todo menino bobo: juntar um monte de diferenças entre os dois estilos e ver qual se sai melhor.
Rock vs. Funk



Funk: Tem 4 letras em seu nome, terminando com a letra K
Rock: Tem 4 letras em seu nome, terminando com a letra K

Funk: Seu lema é Sexo, Drogas e Baile Funk
Rock: Seu lema é Sexo, Drogas e Rock N' Roll

Funk: É um estilo underground, mas bem conhecido no mundo
Rock: É um estilo underground, mas bem conhecido no mundo

Funk: É mal-visto pela sociedade
Rock: É mal-visto pela sociedade

Funk: Seus adeptos também são vítimas de preconceito e discriminação
Rock: Seus adeptos também são vítimas de preconceito e discriminação

Funk: Seus artistas são conhecidos por se envolverem em polêmicas
Rock: Seus artistas são conhecidos por se envolverem em polêmicas

Funk: Tem uma base de fãs bem grande
Rock: Tem uma base de fãs bem grande

Funk: Seus fãs adoram música alta
Rock: Seus fãs adoram música alta

Funk: As mulheres são muito requisitadas no gênero
Rock: As mulheres são muito requisitadas no gênero

Funk: Pode ser considerado um estilo misógino e hedonista
Rock: Pode ser considerado um estilo misógino e hedonista

Funk: Seus artistas podem usar nome artístico
Rock: Seus artistas podem usar nome artístico

Funk: Seus shows sempre lotam
Rock: Seus shows sempre lotam

Funk: Os fãs acreditam que não existe estilo musical melhor além do próprio
Rock: Os fãs acreditam que não existe estilo musical melhor além do próprio

Funk: A maioria dos fãs não consegue argumentar com fluência e inteligência
Rock: A maioria dos fãs não consegue argumentar com fluência e inteligência

Funk: É só um estilo musical
Rock: É só um estilo musical

AGORA VOCÊ QUE SE ACHA UM ROCKEIRÃO  E ESTA LOUCO PARA MI CHINGAR DE "POSER OU  VOCÊ UM SUPER FUNKEIRO QUE NÃO CONCORDA DE JEITO NENHUM COM OS MEU ARGUMENTOS, EU SÓ LAMENTO POR VOCÊ SER TÃO INFANTIL AO PONTO DE  DE PENSAR QUE ALGUÉM E SUPERIOR AO OUTRO SÓ  SEU PELO SEU GÊNERO MUSICAL PREFERIDO . 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Mark David , Ele ainda Luta pela liberdade


                                   Chapman e suas fotos ao ser preso, no dia 9 de dezembro de 1980. 

Vai ser a sétima vez que Mark David Chapman, hoje com 57 anos, vai tentar a liberdade condicional depois de matar com quatro tiros o Beatle John Lennon em frente ao prédio Dakota, em Nova York, em 8 de dezembro de 1980. A sentença é de 20 anos e desde 2000 vem de dois em dois anos pedindo audiência para tentar ganhar liberdade condicional – que vem lhe sendo negada desde então. Os oficiais de justiça, na última, em 2010, qualificaram como “não apropriada” sua soltura. O novo pedido deve ser julgado pela Wende Correctional Facility, uma prisão de segurança máxima em Alden, Nova York,...

                       A histórica última foto de Lennon, assinando um disco para Chapman.
Se tornar alguém


“Eu não estava pensando claramente. Tomei uma decisão horrível e dei fim a vida de outro ser humano por razões egoístas. Achei que matando John Lennon eu me tornaria alguém no mundo. Mas me tornei um assassino e assassinos não são ninguém”, disse Chapman nos registros de sua condicional em 2010. Ele também sustenta ter se convertido religiosamente no período em que esteve preso. A ex-mulher de John Lennon , Yoko Ono, é uma das que declararam temer por sua vida e dos dois filhos com a libertação de Chapman, que na época do assassinato declarou que um dos motivos do que fez foram declarações consideradas blasfêmias de Lennon quando disse ser mais popular 
que Cristo e não acreditar na existência do mesmo.

Autógrafo e morte

Chapman era fã dos Beatles e no mesmo dia do assassinato, mais cedo, havia conseguido um autógrafo no disco Double Fantasy em frente ao mesmo prédio. Quando deu os cinco tiros (um não acertou), derrubou Lennon, que perdeu 80% de seu sangue e morreu depois de ser levado na viatura da polícia para o hospital. O atirador permaneceu no local e segurava uma edição de O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger – ele disse ter lido no livro uma mensagem que lhe dizia para matar Lennon. Uma das últimas fotos de Lennon vivo é justamente a dele assinando o disco de Chapman, feita por Paul Goresh.




domingo, 21 de outubro de 2012

A Última Entrevista do Casal John Lennon e Yoko Ono

        A alguns messes me deparei com o livro "A ultima entrevista do casal John Lennon e Yoko One" ,antes de velo confesso jamais ter ouvido falar desse livros. Mais logo junto com a surpresa veio uma grande ansiedade para lelo, e assim, fiz quando terminei a leitura não pude guardar tal conhecimento para min, e então resolvi posta-lo aqui  
David Sheff dá uma lição de jornalismo, de como deve proceder um bom repórter, mesmo tendo, à época, apenas 24 anos de idade. Mostra no livro o caminho percorrido até conseguir chegar ao edifício Dakota onde morava o casal e passar com eles vários dias e aprofundar a entrevista para mostrar o momento que viviam em 1980, depois de Lennon passar cinco anos longe dos holofotes cuidando do filho Sean. E ensina também que numa entrevista o importante é a palavra do entrevistado.
Logo na apresentação do livro, Sheff denota a importância que essa entrevista adquiriu ao afirmar que "é fácil se tornar pessimista quando um herói como Lennon é assassinado. Mas, em 1980, John e Yoko diziam, e Yoko continuava dizendo em 2000, que existe uma outra forma de ver a vida". Segundo o jornalista norte-americano a maior lição do casal nesta entrevista é a máxima: "faça pelos outros sempre o que puder. Embora seja fácil viver de olhos fechados, devemos lutar contra esse impulso. Se não gostamos do que vemos, precisamos mudar. Pelo menos tentar. Celebrar a vida. Imaginar um mundo melhor. Isso é tudo o que eles dizem".
Lennon e Yoko dão uma lição de vida quando escancaram seus pensamentos e abordagens para que isso sirva como uma forma de ajudar as pessoas a entender melhor a vida.
       Ao deixar o fenômeno Beatles e partir para carreira solo, Lennon mostra sua coerência em favor de sua arte, abrindo mão de milhões de dólares que certamente viriam se o grupo continuasse. Chegou um momento para o ídolo em que "era mais importante olhar para nós mesmo e encarar a realidade do que continuar uma vida de rock 'n' roll ligada ao show business, subindo e descendo ao sabor dos ventos, tanto do próprio desempenho quanto da opinião do público sobre nós". Lennon diz que saiu da banda por sentir-se preso a um proposta que não lhe cabia mais. "A ideia de ser um músico de rock 'n' roll de certa forma se adequava a meus talentos e mentalidade, e a liberdade era maravilhosa. Então, percebi que não era livre. estava encaixotado", disse. Para ele, "toda a ideia dos Beatles, é que você deve fazer o que quer", a proposta de "faça o que bem entender desde que não machuque ninguém". Por isso conclui "essa é a viagem artística... Por isso mesmo você segue em frente, sempre tentando fazer com que a próxima seja melhor".
Com muita clareza, Lennon define toda sua vida e expõe a vontade de viver longos anos ainda para produzir muito mais. Critica ferozmente o capitalismo e se define como um "socialista por instinto", colocando-se ao lado dos trabalhadores e da vida. "Talvez, dentro de alguns anos, estaremos sentados sem nos mexer outra vez, Porque eu presumo que a vida seja longa", diz o artista, para quem "a semente foi plantada nos anos 1960, mas as verdadeiras mudanças demoram a acontecer". Por isso, reafirma: "a guerra acabou, os anos 1960 terminaram, os Beatles também, e é tudo a mesma coisa".
A luta pela paz e por um mundo melhor é tão intrínseca à obra de Lennon que ele, em toda sua carreira, enfrentou inúmeras controvérsias. E amealhou milhões de fãs, do Tibete ao Brasil, do Vietnã aos Estados Unidos, do Japão a Cuba, pessoas de todos os credos e cores amavam os Beatles e acreditavam (e continuam acreditando) nas palavras mágicas de John Lennon.
Mas a cultura é fundamental na vida e a música dos Beatles era a bandeira de uma juventude ávida de liberdade e por isso ela continua atual. Eles universalizaram o rock e transformaram a música no mundo com sua irreverência, e conteúdos ligados à vontade de superação de uma vida contida. John Lennon, com os Beatles e depois na carreira solo lutou pela paz, contra o racismo, pelos dos trabalhadores, como fez na música I'm the greatest (Eu sou o maioral), inspirada na frase do boxeador Muhammad Ali, como um brado de sou negro e sou lindo, e igual a vocês brancos. Por tudo isso, Beatles e Lennon fazem parte da história da cultura do mundo com trajetória ímpar.
       No transcorrer da entrevista, Lennon mostra uma gana e vontade de viver e produzir mais obras de modo incrivelmente lúcido, dando maior carga emocional à entrevista. Numa de suas respostas ele se mostra perplexo com a violência que assola o mundo. Ele mesmo confessa-se violento, principalmente com as mulheres e precisava de uma parada para refletir sobre tudo o que tinha feito.
Uma de suas respostas diz tudo. "Mahatma Gandhi e Martin Luther King são grandes exemplos de fantásticas personalidades não violentas que morreram de forma violenta. Não consigo entender isso. Somos pacifistas, mas não sei o que significa ser tão pacifista a ponto de levar um tiro. Jamais conseguirei entender uma coisa dessas", disse.
Sheff conta que Yoko lhe telefonou no dia 7 de dezembro para dizer que o casal tinha ficado muito satisfeito com a entrevista, "que chegara às bancas no dia anterior". No dia 8 de dezembro John Lennon morreu alvejado por quatro tiros. Realmente não dá para entender. Talvez tudo pudesse ser diferente se todos dessem uma "chance à paz", como apregoou o maior ídolo pop do século 20.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A polemica por traz das musicas do rock

O Rock sempre foi motivo de polêmica, já que sempre trouxe um motivo de rebeldia, além de focar muitas vezes em temas mais obscuros e quebrar paradigmas. Abaixo, estão algumas das músicas mais polêmicas do gênero, lembrando que é uma lista pessoal e não está em ordem, logo, fique à vontade para comentar e sugerir novas músicas.

ROLLING STONES – SYMPATHY FOR THE DEVIL:

Em 1968 os Stones se firmavam de vez na história da música com o álbum Beggars Banquet, e logo na primeira faixa já tínhamos a canção que foi de longe a mais polêmica da banda. Escrita por Jagger sobre o nome inicial de “The Devil Is My Name” ela traz a narrativa em primeira pessoa do ponto de vista do próprio Lucifer.

A música trazia uma sonoridade diferente, trazendo um riff que lembrava muito o ritmo do Funk, e a letra consistia em Lucifer relatando de forma narcisiva seus feitos durante a história da humanidade. Com versos como: “E eu estava por lá quando Jesus Cristo teve seu momento de dúvida e dor/ Certifiquei-me de que Pilatos lavasse suas mãos e selasse seu destino”, e “Estava por perto de São Petersburgo quando vi que era a hora de uma mudança/ Matei o Czar e seu ministros, Anastásia gritou em vão”.
A canção também trazia referências diretas aos assassinatos dos Kennedys, e fez com que a banda fosse acusada de incitação à Magia Negra, e muitos inclusive diziam que a letra era uma espécie de “admiração ao demônio” o que causou o boicote de várias emissoras de rádio.

SEX PISTOLS - GOD SAVE THE QUEEN:



O ano era 1977 e a rainha Elizabeth II comemorava o seu Jubileu de diamante (25 anos no trono). Junto com a comemoração vieram dezenas de homenagens principalmente de artistas ingleses, e os “Sex Pistols” também resolveram “homenagear” a vossa majestade.
A canção era a personificação do movimento Punk inglês, tratando de temas como a Anarquia e com frases que marcaram história como “Não há futuro para a Inglaterra!” e “Deus salve a rainha e seu regime fascista”, além de várias outras acusações regadas ao sarcasmo típico da banda que deixavam evidente o sentimento de revolta do proletariado que sofria uma crise de desemprego, e não aceitava as demonstrações de riqueza da monarquia enquanto a população sofria.
O single trazendo a música foi o segundo mais vendido no Reino Unido, o que causou uma onda de acusações por parte de músicos afirmando que a banda havia sido boicotada e a lista “manipulada” para que “God Save the Queen” não ficasse em primeiro. Isso, aliado ao fato de ter sido proibida pela BBC e por muitas emissoras de rádio, colocam “God Save the Queen” e os “Sex Pistols’ entre as músicas mais controversas da história do Rock.
THE BEATLES - HELTER SKELTER:


Os Beatles já estavam com a convivência desgastada, quando em 1967 Paul McCartney leu em uma edição da “Melody Maker” (famosa revista especializada em música) uma entrevista de Pete Townshend do “The Who” onde ele afirmava que “I Can See For Miles” era a canção mais alta e barulhenta que alguém já tinha feito. Ao ler isso Paul achou que a música era um “barulho organizado” e decidiu criar a sua própria ópera barulhenta e suja.
Helter Skelter é um nome de um brinquedo que consiste em um tobogã (famoso escorregador) e foi usado por Paul para dar a ideia de como se pode ir do topo ao nível mais baixo rapidamente.
A letra da música é difícil de entender, no começo fala sobre o brinquedo em si: "Quando eu chego ao chão, eu volto para o topo do escorregador, onde eu paro, me viro e saio para outra volta até que eu volte ao chão e te veja novamente." Visto por esse lado a música não é nada polêmica, o problema é que o famoso Serial Killer Charles Manson interpretou os Beatles como “Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse” e acreditava que a música anunciava uma futura guerra racial. Entre os dias 9 de agosto e 10 de agosto de 1969, a "família Manson" cometeu duas chacinas em Hollywood e escreveu nas paredes "Helter Skelter" com o sangue das vítimas. Durante o julgamento de seus crimes, em novembro de 1970, Manson explicou sua interpretação de "Helter Skelter" na corte: "Helter Skelter significa confusão. Literalmente. Não significa Guerra com ninguém. Não significa que eles irão matar outras pessoas. Apenas significa o que significa. Helter Skelter é confusão. Confusão está vindo rápido. Se você não vê que a confusão está vindo rápido, chame do que quiser. Não é minha conspiração, não é minha música. Eu escuto o que relato. Ela diz, ‘Apareça!’ ela diz, ‘Mate!’ Porque me culpar? Eu não escrevi a música. Eu não fui a pessoa que projetou isso na consciência das pessoas.

RAUL SEIXAS – SOCIEDADE ALTERNATIVA:



O poeta brasileiro, Raul Seixas, foi definitivamente uma das vozes que mais se opôs ao regime da ditadura no Brasil, e "Sociedade Alternativa" sem dúvidas foi o auge de sua carreira. Aleister Crowley foi uma das personalidades que mais influenciou bandas e artistas de Rock, e não foi diferente com Raul. E a sociedade era a utopia criada por Raul baseada na ordem O.T.O., seguidora dos seguimentos de Crowlei, e que Raul definiu perfeitamente em Novo Aeon: "Sociedade alternativa, Sociedade novo Aeon, É um sapato em cada pé, É direito de ser ateu, Ou de ter fé, Ter prato entupido de comida, Que você mais gosta, É ser carregado, ou carregar gente nas costas, Direito de ter riso de prazer, E até direito de deixar, Jesus Sofrer".
Isso era uma afronta ao regime ditatorial vigente no Brasil, tanto que em 1974 Raul e Paulo Coelho receberam um convite do porta-voz do general Ernesto Geisel que dizia querer maiores informações sobre a Sociedade Alternativa, já que o governo acreditava que a música realmente tratava de uma sociedade secreta, algo que não era realidade.
Raul fez contatos com diversos assessores do governo militar, e o resultado dessa confiança traduziu-se em buscas ilegais em seus apartamentos, prisão e posterior exílio nos Estados Unidos. Os jornais da época falavam que Raul tinha ido para os Estados Unidos bater um papo com John Lennon. A história do exílio só estourou nos anos 80, quando se podia falar um pouco do que aconteceu na época.
Hoje a música é vista como um verdadeiro hino do Rock Nacional, e continua trazendo a sensação utópica de uma sociedade onde a liberdade seja completa.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Teorias da conspiração



Você acredita que informações muito importantes são escondidas da opinião pública para beneficiar alguém? Acha comum desconfiar das versões oficiais dos fatos e criar suas próprias explicações para alguns acontecimentos? Pensa, por exemplo, que o tsunami pode ser uma arma de destruição em massa? Ou que o Titanic pode não ter afundado? Vive preocupado com o fim do mundo? Então você é um defensor das teorias conspiratórias.


Fazendo jus ao ditado "quem procura acha", caçadores de conspirações conseguem encontrá-las em todo canto. Muitos acreditam que o primeiro-ministro britânico Tony Blair planejou os atentados terroristas ao metrô de Londres em 7 de julho de 2005. Outros tantos duvidam que o homem tenha chegado à lua. Há quem afirme que existe um organização que planeja tirar Lula do poder.



Até em músicas foram identificadas mensagens subliminares. Ao tocar discos no sentido anti-horário, pode-se ouvi-las. A banda Legião Urbana cantaria na letra de Pais e Filhos "Satanás aqui" no lugar de "Vou fugir de casa. Posso...". E a música da Xuxa: Marquei um X traria a frase "Jesus é exu / Exu é rei".



Mortes misteriosas

Mas um dos temas mais controversos é a morte de pessoas famosas. O caso de Elvis Presley é um exemplo. As suspeitas renderam o lema "Elvis não morreu", repetido por todo o mundo. Ainda hoje questiona-se o falecimento de Marilyn Monroe. Ela cometeu suicídio ou foi assassinada? O acidente de carro sofrido pela princesa Diana e por seu namorado Dodi Al-Fayed, na França, também é posto em cheque com freqüência. E a morte de John Lennon já foi atribuída à CIA.



O termo teorias conspiratórias engloba esses e diversos outros assuntos que vão de desconfianças (dos já citados fatos históricos e mortes de celebridades) a complôs ("os judeus querem dominar o mundo" é um clássico) e suposições (a presença de extraterrestres no nosso planeta e as previsões do fim do mundo por videntes como Nostradamus).

A grassa do silencio



Chaplin nasceu em Londres no ano de 1889 e iniciou sua carreira como mímico, fazendo excursões para apresentar sua arte. Em 1913, durante uma de suas viagens pelo mundo, este grande ator conheceu o cineasta Mack Sennett, em Nova York (Estados Unidos), que o contratou para estrelar seus filmes.  
Vida e obras 
Seu personagem mais famoso foi o vagabundo Carlitos, oprimido e engraçado, este personagem denunciava as injustiças sociais. De forma inteligente e engraçada, este grande artista sabia como fazer rir e também chorar. 
Em 1918, no auge de seu sucesso, ele abriu sua própria empresa cinematográfica, e, a partir daí, fazia seus próprios roteiros e dirigia seus filmes. Crítico ferrenho da sociedade, ele não se cansava de denunciar os grandes problemas sociais, tais como a miséria e o desemprego. Produziu grandes obras como: O Circo, Rua de Paz e Luzes da Cidade.  Pelo filme O Circo, Chaplin ganhou em 1929 seu primeiro Oscar Honorário.
Adepto ao cinema mudo, o também cineasta, era contra o surgimento do cinema sonoro, mas como grande artista que era, logo se adaptou e voltou a produzir verdadeiras obras primas: O Grande Ditador (crítica ao fascismo), Tempos Modernos e Luzes da Ribalta.
Na década de 1930 seus filmes foram proibidos na Alemanha nazista, pois foram considerados subversivos e contrários a moral e aos bons costumes. Porém, na verdade, representavam uma crítica ao sistema capitalista, à repressão, à ditadura e ao sistema autoritário que vigorava na Alemanha no período. Mas o sucesso dos filmes foi grande em outros países, sendo traduzido para diversos idiomas (francês, alemão, espanhol, português). 
Em 1965, publicou sua autobiografia , Minha Vida. Em 1972, Charles Chaplin foi premidado com o Oscar Honorário de melhor trilha sonora pelo filme Luzes da Ribalta.
Em 1977, o mundo perdeu um dos grandes representantes da história do cinema.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Opção de leitura #2


Novela escrita por Henry James e publicada pela primeira vez em 1898, A outra volta do parafuso é sem sombra de dúvidas uma das grandes histórias de fantasmas já escritas. Primeiro porque cumpre muito bem a função de assustar – há momentos do livro que são de tirar o fôlego e não decepcionarão em nada os amantes do horror. Mas também por causa da precisão do estilo e, mais ainda, da qualidade literária da obra de Henry James.
O livro começa com um encontro entre conhecidos em uma noite de Natal. Um deles promete que contará uma história assustadora, assim que tiver em mãos um manuscrito que lhe foi confiado décadas atrás. Quando passa a ler o manuscrito, ficamos sabendo que é o relato de uma governanta que aceitou o trabalho de cuidar de duas crianças (Miles e Flora) em uma casa no interior da Inglaterra, com a condição de que não procurasse jamais o tio e guardião das crianças para relatar problemas. Mas mal ela chega na casa, e logo eles começam a aparecer – o garoto, Miles, é expulso da escola e a governanta passa a ver fantasmas de antigos empregados da mansão, e acredita que eles desejam corromper as crianças.
Toda a ação é desenvolvida de modo a chegar ao grande clímax da novela, que se encerra de forma um tanto dúbia para o leitor, que tem como informação apenas o que a governanta relata. E esse é um dos maiores trunfos de A outra volta do parafuso: por causa da forma que é narrado, o texto deixa a dúvida aberta e não há certeza alguma se existem de fato os fantasmas que a governanta alega ver ou se eles são apenas fruto da imaginação da moça.